SAÚDE

Nem tudo é trigo,

Nem tudo é joio

As vezes é difícil separar

Quem salvar, quem abandonar

Às corporações os milhões

A quem pesquisa a desconfiança

A quem dirige, a suspeita

A quem espera, a desesperança

É preciso haver um mínimo

De bom senso, de visão

Para não jogar no ralo

Séculos de abnegação

O incansável trabalho da ciência

Sob injúrias, pechas, críticas

Sob frequentes ataques

De mediocridades políticas

Com mãos limpas em álcool em gel

Abraçados à Ciência

Não deixemos a ao léu a saúde

Do contrário o próximo passo

Poderá ser

O estreito espaço do ataúde…

Publicado por

AILTON V. PRIMO

Brasileiro, casado, médico radiologista, 65 anos

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