O EMIGRANTE

Olhos d’água molham sua face

Marcas da emoção

De um filho que sente

Saudades de sua terra

Com toda a beleza,

Delícias na mesa

E o carinho do seu povo

Ah que bom seria,

Estar em casa de novo

Hoje tão distante

Não por gosto, por precisão

Embarca no pensamento

Alivia o sofrimento

Relembrando aquele chão,

Que teme não ver mais

Onde estão suas raízes,

Terra de muitos matizes,

Terra que enterra seus pais…

AVP-15/12/2020

Publicado por

AILTON V. PRIMO

Brasileiro, casado, médico radiologista, 65 anos

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