CORTINA DE FUMAÇA

Se olharmos ao longo da história, vai parecer que o mundo piorou muito. Mas, é só uma meia-verdade. Tudo depende da época, das comunicações, e da rapidez com que a informação se propaga e sobretudo de quantas pessoas analisam os fatos. As sangrentas batalhas de Gengis Kahn por exemplo, as guerras medievais eram noticiadas através de pergaminhos levados a cavalo de uma localidade a outra e isso levava muito tempo, e a medida que uma comunidade era informada, a outra já estava esquecendo. As grandes guerras mundiais em que morreram centenas de milhões de pessoas também foram de certa forma “suavizadas” pela lentidão da informação. Os fatos chegavam aos poucos, com intervalos grandes, o que dava tempo de irem sendo assimilados e digeridos com mais facilidade. Grandes epidemias e pandemias ocorreram ao longo da história, muitas vezes mais letais do que a atual, como a peste negra, a gripe espanhola, mas pouco se fala delas. O impacto que tiveram nas populações da época foi diluído pela demora na informação. Nos dias de hoje, é possível se saber quase simultaneamente que: um carro bomba explodiu num mercado em Beirute matando 50. Um lobo solitário invadiu uma escola nos Estados Unidos e matou 12 colegas e três professores. Uma mina de carvão desmoronou na Ucrânia, matando mais de 100 trabalhadores. Caiu um avião em Bangladesh matando 181 passageiros. São tantas notícias ruins que parece não sobrar espaço na mídia para as boas. Hoje, as informações se propagam quase que na velocidade do som. Não tem cérebro que aguente. A mais recente novidade é a utilização desse “progresso” como arma. Conspirações são tramadas valendo-se do poder de disseminação da informação para bombardear de forma maciça notícias alarmantes, que pelo poder paralisante do medo, mantém populações inteiras sob controle. Isso é o que vem ocorrendo neste caso da atual pandemia. Decretam lockdowns com o justificativa de desafogar e evitar o colapso do sistema de saúde. Fazem verdadeiras campanhas contra o tratamento precoce dizendo que não há comprovação científica, demonizando drogas já conhecidas há séculos, e tidas como seguras Na verdade, esse tipo de atitude tem o propósito de prolongar a pandemia, e dar tempo, não para evitar o colapso dos hospitais, mas para que para os gigantes da industria farmacêutica produzam vacinas e/ou drogas de eficácia minimamente aceitáveis e vendê-las a preço de ouro ao gigantesco mercado aberto pela irresponsabilidade de pessoas inescrupulosas. Se a pandemia recuar, ou o contágio expontâneo atingir mais de 50% da população, esses mercadores de ilusão deixarão de ganhar fortunas incalculáveis. Estão de olho mesmo é nas conquistas políticas e econômicas. Não pensam um segundo sequer na população. – De maneira que o mundo continua o mesmo, os homens continuam os mesmos, o que realmente mudou foram os meios e a velocidade de de propagação de suas maldades. Por trás das atitudes pseudo-humanitárias que se esforçam para nos fazer acreditar, está a demonstração da grande lealdade desses senhores ao senhor que os comanda, o dinheiro. O resto é cortina de fumaça.

Publicado por

AILTON V. PRIMO

Brasileiro, casado, médico radiologista, 65 anos

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